Salto alto: pode ou não pode?

11/05/2018 | Da Redação
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Descubra quais são as melhores opções desse tipo de sapato

Nada mais elegante do que um bom salto alto, não é mesmo? Mas o uso frequente desse tipo de sapato pode alterar a maneira de andar e a postura, prejudicar as articulações e causar fraturas e até deformidades nos dedos. “Salto alto pode ocasionar uma lesão patelar, além de alterações no quadril e na coluna se usado em excesso”, alerta Pedro Baches, ortopedista e diretor clínico da SO.U Ortopedia, de São Paulo (SP).

Ele afirma que as pessoas que têm tendência natural a ter os joelhos voltados para dentro são mais propensas a ter inclinação da patela – osso que protege a articulação do joelho –, o que favorece o desgaste. “Quando estamos descalços, o peso do corpo está distribuído por toda estrutura, ao calçar os sapatos com salto, há um sobrepeso nos dedos do pé e, consequentemente, no joelho”, explica.

A dica para quem não quer abandonar o item é optar por modelos mais confortáveis e largos, para distribuir o peso do corpo e estabilizar a planta do pé. Confira abaixo os tipos de salto e suas características e escolha a melhor opção.

Salto alto e fino | Esse calçado faz com que os joelhos sejam flexionados para manter o equilíbrio. Desta forma, ele pode ocasionar degaste da cartilagem da patela e tendinite.

Salto Anabela e plataforma | São considerados mais confortáveis e distribuem melhor o peso do corpo, prevenindo danos aos joelhos.

Salto bico fino| Propício a desenvolver lesões nos pés, joelhos e coluna, além da deformidade nos dedos.

Saltos largos e bico quadrado| podem estabilizar o tornozelo e evita a deformidade nos dedos.