Celulite ou flacidez? Conheça a diferença!

11/04/2016 | atualizado em 12/05/2016 | Da Redação
Bem-estar
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Especialista explica como identificar e tratar os problemas

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Basta notar ondulações nos glúteos ou coxas para afirmar: celulite! No entanto, esse não é o único fator que desencadeia furinhos indesejados, a flacidez pode marcar a pele de forma semelhante. Não sabe a diferença? De acordo com Claudia Sá, dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia, do Rio de Janeiro (RJ), a celulite nada mais é que a formação de nódulos anormais de gordura. “Ela dá um aspecto de ‘casca de laranja’ na pele. Dependendo do grau ou intensidade, pode haver depressões na área afetada. Já a flacidez, ainda que esteticamente tenha aparência similar, diz respeito à perda da elasticidade da pele”, afirma. E o grande problema de confundir o diagnóstico é que o tratamento para cada caso é distinto. Para a flacidez, o antídoto mais conhecido é a musculação, além de sessões de infravermelho ou radiofrequência, que ajudam a reduzir a frouxidão da pele. Enquanto que o tratamento da celulite passa primeiramente por adequação da dieta da paciente. Para tratar o incômodo, é preciso reduzir o consumo de açúcar e de gordura.

Para Cláudia, a melhor forma de identificar qual é o problema que atinge a sua pele é pelo toque. “Com a flacidez a pele fica ‘mole’ à palpação e quando fazemos a retração com a mão percebe-se uma ‘sobra’ de pele”, indicou a especialista. Já no caso da celulite, não há sobra de pele e os furinhos são acentuados. O exame médico também é indicado para o tratamento de celulite, para que o profissional avalie a intensidade do problema e indique o melhor tratamento para o caso. “Casos leves ou grau I podem ser tratados com massagem manual e drenagem linfática, porém os casos mais intensos, grau IV podem precisar de pequenos procedimentos cirúrgicos para soltar as traves e atenuar as depressões da superfície da pele”, explica a dermatologista.