Conheça os benefícios da ginástica rítmica

03/03/2017 | atualizado em 06/03/2017 | Da Redação
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Famosa nas olimpíadas, a modalidade pode ser realizada desde a infância

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Há quem só conheça a ginástica rítmica pelos jogos olímpicos. Mas a prática dessa dança sincronizada pode trazer muitos benefícios à saúde desde a infância. “A partir dos sete anos a modalidade pode ser praticada como exercício físico e com 12 anos como esporte. A atividade trabalha o corpo todo, proporcionando aumento de força, flexibilidade, alongamento muscular, potência muscular, equilíbrio, alinhamento postural, agilidade, capacidade de antecipação do movimento e coordenação motora”, explica Audrea Lara, profissional de educação física do instituto de ensino que leva o seu nome em São Paulo (SP). De acordo com a especialista, a modalidade deve ser realizada três vezes por semana em dias alternados com aulas de pelo menos uma hora e as adeptas precisam treinar bastante a flexibilidade, o alongamento e o alinhamento corporal. “Por isso, atividade como Ballet Clássico e o Ballet Pilates são bem indicados para quem quer se aprofundar na técnica”, indica.

Na hora da realização, é preciso ter cuidado com os aparelhos e lançamentos de equipamentos, como bolo, fita, corda, arco e maças (cabo comprido com uma bola pesada de ferro em uma das extremidades). E para as atletas que praticam como esporte vale a pena tomar cuidado com os exageros de hiperflexibilidade, pois causam instabilidade articular. “Os impactos e as explosões de movimento, principalmente aquelas que exigem grande amplitude articular, também merecem atenção, pois a atleta pode ter como consequência lesões musculoesqueléticas. A manipulação dos aparelhos de forma exagerada e com muita repetição podem gerar lesões por movimentos repetitivos. Para que o atleta tenha alta performance, ele geralmente treina muitas horas por dia, geralmente quatro horas, e com muitas repetições para atingir a perfeição, o que causa um estresse no corpo da atleta, o que não é saudável”, afirma Audrea. Por isso, vale a pena ter o acompanhamento de um especialista e seguir as indicações para uma prática segura.