Treinamento funcional fortalece o vínculo entre a mamãe e o bebê

28/11/2017 | atualizado em 29/11/2017 | Da Redação
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Individual ou em grupo, os exercícios só devem ter início a partir da liberação médica de ambos

mamãe e bebê praticando treino funcional para ilustrar matéria sobre vínculo entre a mamãe e o bebê

Estresse, noites mal dormidas, dores musculares… A nova rotina pós-parto não é fácil e pode fazer com que algumas mulheres percam o ânimo para realizar as tarefas diárias, enfrentando até mesmo a depressão.

“É aí que entro com o treinamento funcional para mamães com seus bebês, uma atividade que proporciona a mãe sair daquela rotina cansativa, mudar de ambiente, e fazer uma atividade diferente das executadas diariamente, só que com um detalhe importante, junto com o seu bebê”, afirma Cristina Peres, responsável pelo projeto @mamaesebebesfitness e diretora da Academia Movimente Funcional.

Trabalhar o fortalecimento muscular, diminuir as dores corporais, aumentar a autoestima e o vínculo com o bebê, amenizando os sintomas de ansiedade e estresse, também estão entre os benefícios da prática.

Os exercícios só devem ter início a partir da liberação do obstetra e do pediatra do bebê

“As aulas em grupo proporcionam um momento de grande interação entre os bebês — socialização — e também entre as próprias mamães, que trocam ideias, compartilham as histórias do período maternal, experiências vividas, formando um ambiente familiar e prazeroso para todos”, diz.

Seja individual ou em grupo, os exercícios só devem ter início a partir da liberação do obstetra e do pediatra do bebê. Além disso, também é indispensável a supervisão de um profissional, pois os bebês, principalmente quando são muito pequenos, não tem a fixação da cabeça, podendo machucá-los.

“Os bebês interagem muito durante a aula com os estímulos dados pelas mães e pelos exercícios que estão sendo executados. Muitas mães relatam após as aulas, que quando estão fazendo os exercícios com os seus bebês e olham as reações deles, aquilo faz uma grande diferença no dia a dia delas, ficam mais dispostas, brincam bastante com os bebês e ainda comentam que fosse pra fazer o exercício sem eles, talvez elas não o fizessem”, finaliza Cristina.