Especial Olimpíadas: Boxe

22/07/2016 | atualizado em 25/07/2016 | Gabriela Martins
Fitness
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Febre nas academias, o boxe surgiu na Grécia Antiga e passou fazer parte dos jogos olímpicos em 1904, durante as Olímpiadas de St. Louis, nos Estados Unidos. No entanto, foi apenas em 2012, em Londres, que passou a ser competido por mulheres, contanto com três categorias para o público feminino: mosca (51kg), leve (60kg) e meio pesado (até 75kg). Esse esporte consiste no combate mano-a-mano entre duas pessoas, onde os movimentos se concentram na parte superior do corpo, exigindo socos, esquivas e posição de guarda. E não foi sempre que ele teve essa forma como conhecemos hoje, por exemplo, foi só em 1984 que foi decretada a necessidade do uso de capacete.

O motivo dessa modalidade fazer parte não só das olimpíadas, mas também dos treinos nas academias está nos inúmeros benefícios que ela pode fornecer, como ganho de força, queima de calorias (que corresponde a 700 em uma hora aula) e correção de postura. “De cara podemos notar que ele exige uma enorme concentração, o que estimula os praticantes a manterem o foco até fora dos treinos”, destaca Diogo Souza, expert em MMA e criador do programa que faz parte do estúdio Hit Fighting Circuit, que une o treinamento funcional às artes marciais em formato de circuito de 10 rounds, de São Paulo (SP). Ele afirma que o aquecimento com cordas e exercícios pliométricos também ajudam a adquirir velocidade e resistência nos membros inferiores. “A movimentação para várias direções com a mudança de nível o torna mais ágil. Quando o praticante aumenta a sua experiência e é colocado para realizar o contato dirigido [escolinha de combate] com um oponente, certamente desenvolverá todas as anteriores e aumentará ainda mais sua capacidade de ação e reação”, explica.