Entenda e saiba evitar a disidrose

21/04/2017 | atualizado em 24/04/2017 | Da Redação
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Cuidados simples afastam o quadro, que é mais comum no outono e inverno

mulher coçando a a mão por conta da disidrose

Mulheres com menos de 40 anos, atenção: se você sofre com doenças alérgicas, como sinusite, rinite e bronquite têm mais chances de apresentar disidrose. Trata-se de um quadro que pode ser agudo ou crônico, desencadeado normalmente por estresse, assim como clima úmido e quente. Também conhecido por eczema disidrótico, o problema é um tipo de dermatite que afeta mãos e pés, causado por uma inflamação na pele que provoca o acúmulo de líquido em pequenas bolhas, que deixam a pele mais espessa do que o normal. Os sintomas são coceira, dor nas fissuras e lesões que infeccionam. “O diagnóstico é eminentemente clínico. Exames complementares, como cultura para bactérias e exame micológico, podem ser solicitados para afastar infecções bacterianas ou fúngicas”, explica Daniel da Costa, dermatologista do Hospital Adventista Silvestre e membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia, do Rio de Janeiro (RJ).

A disidrose normalmente é desencadeada por estresse, assim como clima úmido e quente.

Para evitar o agravamento das crises, é recomendado evitar o contato como produtos de limpeza, saponáceos em excesso e outros produtos químicos. A hidratação das mãos também pode ajudar. Pessoas alérgicas a metais, como o níquel, também estão susceptíveis à doença. Fumantes também, que acabam tendo os sintomas e o número de crises agravados pelos efeitos da nicotina no organismo. O tratamento inicial é realizado com cremes à base de corticoides. Os episódios recorrentes são tratados conforme se apresentam. Em casos mais graves, pode ser necessário fazer uso de remédios orais para a melhora da crise.