Medicina complementar pode ajudar na prevenção de doenças

Terapias integrativas melhoram a qualidade de vida

Novas formas de cuidar da saúde, além da medicina tradicional, têm chamado a atenção. As técnicas fazem parte da chamada medicina integrativa ou complementar. O Sistema Único de Saúde (SUS), por exemplo, aderiu recentemente à oferta de tratamentos como cromoterapia, terapia com florais e constelação familiar na lista de procedimentos de prevenção.

Para Daniela Maria Rocha, docente da área de saúde e bem-estar do Senac São Paulo, a mudança na maneira de tratar do corpo faz parte de uma aproximação crescente do homem com suas questões internas. “Dores de cabeça podem ter como causa assuntos emocionais e estresses. Sessões de reiki, transmissão de energia por meio de imposição das mãos em diversas regiões do corpo, por exemplo, podem aliviar a tensão, sem interferir no tratamento convencional”, exemplifica a docente.

Conhecimento sobre o assunto é necessário

Porém, é recomendável que profissionais da saúde indiquem qual terapia complementar é ideal para cada pessoa. Apesar de usar compostos naturais extraídos de plantas, a aromaterapia, por exemplo, exige que o terapeuta observe com cuidado cada caso ao tratar pessoas com hipertensão ou hipotensão arterial, epilepsia, gestantes e quem toma algumas classes de medicamentos.

É necessário conhecimento sobre o assunto para indicar com responsabilidade o óleo essencial mais indicado para cada pessoa. “Certos compostos químicos dos óleos essenciais usados nessa prática podem estimular o sistema nervoso e, consequentemente, modificar o estado normal e fisiológico do corpo do cliente”, observa Daniela.