Conheça os quatro fatores psicológicos que detonam a dieta

Entenda se você precisa de tratamento personalizado para lutar contra a balança
Lonely teenage girl has dangerous eating disorder

Os fatores psicológicos alteram a sua relação com a alimentação! Essa é a conclusão de Francielli Gonçalves, psicóloga que teve dificuldades para emagrecer e sofreu com o efeito sanfona por anos. A solução? Investir em um tratamento personalizado que alie psicólogos, nutricionistas, esteticistas, enfermeiros e educadores. “O tratamento adequado não envolve somente a redução de peso, trata-se de uma mudança de comportamento que deve ocorrer de dentro pra fora”, afirma Francielli, fundadora da Eu Magro. A especialista listou quatro fatores psicológicos que podem dificultar a perda de peso, veja abaixo.

Ansiedade e compulsão alimentar | A compulsão alimentar faz com que as pessoas não comam por sentirem fome, mas sim por ansiedade. “A pessoa ansiosa, normalmente, extravasa sentimentos como tristeza, felicidade, raiva ou tédio comendo, sem ter consciência do ato”, diz. Esse comportamento pode ser compulsivo, tornando-se um transtorno, em que a pessoa perde o controle da situação. De acordo com a psicóloga, existem diversas causas que podem desencadear uma compulsão alimentar. “Só com um trabalho que une diferentes profissionais, como nutricionistas e psicólogos é possível identificar a raiz do problema, para que assim se inicie um tratamento”, completa Francielli.

Estresse e Impulsividade | “Alguns pensamentos sabotadores fazem com que a pessoa impulsiva ou estressada encontre justificativas para comer muito”, explica. Esses pensamentos são os principais motivadores da ansiedade e servem de gatilho para a compulsão, como: “trabalhei tanto, mereço comer um pouco”, “segunda eu começo a dieta”, “eu nem estou tão gorda assim” e “vou comer porque é uma data especial”.